
O retorno de Fábio Costa ao gol do Peixe e sua atuação frente ao Botafogo em “seu” novo estádio, só confirmaram aquela velha máxima do futebol que diz que um bom time começa por um bom goleiro, ou no caso do Santos, que um time regular pode melhorar muito com a volta de seu líder e sua referência embaixo das traves. Por isso meu amigo, pode comemorar… A muralha está de volta!
Após uma série de merecidas homenagens à Mané Garrincha, o clube que tem a missão temporária de evitar a deterioração do Engenhão, entrou em campo confiante e iniciou o jogo botando pressão no campo do Santos até seu melhor jogador, Lúcio Flávio, dar lugar à porpeta portenha Zárate, e a responsabilidade da armação da equipe, à Carlos Alberto que naturalmente, ou narcisistamente, é famoso por se preocupar mais com os penteados do que com a bola.
Com o Botafogo desfalcado no meio de campo, quis o destino que o Santos também sofresse uma alteração ainda no primeiro tempo por contusão, quando Cuevas saiu sentindo a virilha. Mas no saldo final das perdas, quem acabou se dando melhor foi o Peixe, pois tinha o rápido Robinho, ou Róbson, como ele prefere ser chamado, para repor a movimentação e os contra-ataques ao lado de Molina. Já o time do saudoso Garrincha, apenas um “Mané” que foi para o Rio de Janeiro, apenas correr nas esteiras de Caio Martins e tentar entrar em forma.
Apesar de uma leve superioridade no Santos na etapa inicial, o nervosismo de Lima, que acredito eu, ter feito seu último jogo com a camisa alvinegra, mais três milagres de Fábio Costa, garantiram o 0×0 do placar até o intervalo.
No segundo tempo, o Botafogo sentiu a pressão pelo resultado em casa, e começou a se desorganizar em campo dando mais espaço para o Santos e permitindo a proximidade de Róbson e Molina ao ataque.
Daí em diante, só deu Santos. Falta no bico da grande área do Botafogo, e todo mundo menos o inocente goleiro, sabe o quê o colombiano costuma fazer com a bola parada naquela posição. Por isso meu amigo, pode comemorar mais uma vez… El Maestro está de volta!
Após uma série de merecidas homenagens à Mané Garrincha, o clube que tem a missão temporária de evitar a deterioração do Engenhão, entrou em campo confiante e iniciou o jogo botando pressão no campo do Santos até seu melhor jogador, Lúcio Flávio, dar lugar à porpeta portenha Zárate, e a responsabilidade da armação da equipe, à Carlos Alberto que naturalmente, ou narcisistamente, é famoso por se preocupar mais com os penteados do que com a bola.
Com o Botafogo desfalcado no meio de campo, quis o destino que o Santos também sofresse uma alteração ainda no primeiro tempo por contusão, quando Cuevas saiu sentindo a virilha. Mas no saldo final das perdas, quem acabou se dando melhor foi o Peixe, pois tinha o rápido Robinho, ou Róbson, como ele prefere ser chamado, para repor a movimentação e os contra-ataques ao lado de Molina. Já o time do saudoso Garrincha, apenas um “Mané” que foi para o Rio de Janeiro, apenas correr nas esteiras de Caio Martins e tentar entrar em forma.
Apesar de uma leve superioridade no Santos na etapa inicial, o nervosismo de Lima, que acredito eu, ter feito seu último jogo com a camisa alvinegra, mais três milagres de Fábio Costa, garantiram o 0×0 do placar até o intervalo.
No segundo tempo, o Botafogo sentiu a pressão pelo resultado em casa, e começou a se desorganizar em campo dando mais espaço para o Santos e permitindo a proximidade de Róbson e Molina ao ataque.
Daí em diante, só deu Santos. Falta no bico da grande área do Botafogo, e todo mundo menos o inocente goleiro, sabe o quê o colombiano costuma fazer com a bola parada naquela posição. Por isso meu amigo, pode comemorar mais uma vez… El Maestro está de volta!




