
Após as notícias de que o técnico Márcio Fernandes teria começado a pensar em promover o garoto Neymar ao time profissional do Santos, resolvi escrever a respeito e expor meu ponto de vista sobre a idéia, o receio do diretor de futebol do Santos, Sr. Adílson Durante Filho, e sobre o garoto que é tido como uma jóia rara, o saneador das dívidas, e até mesmo para os mais eufóricos, o sucessor de Robinho.
A idéia do técnico Márcio Fernandes em lançar o garoto aos poucos a partir de 2009, não é errada se considerarmos o fato que Neymar entrará em campo pelo Campeonato Paulista (tecnicamente mais fraco que o Brasileirão), e longe de enfrentar a maré turbulenta e sem peixe que foi a temporada 2008, assim espero… Além de estar com 16 anos (a mesma idade de Diego em 2002 quando estreou no profissional e sagrou-se campeão brasileiro naquele mesmo ano), diga-se de passagem.
Acredito que o comandante santista, além de querer dar uma oportunidade ao garoto, também pensa no clube em utilizá-lo o máximo possível em três anos que restam de seu contrato, mesmo sabendo da astronômica multa rescisória, caso algum clube da Europa queira levá-lo embora.
Por outro lado, o diretor de futebol do Santos tem sua parcela de razão, quando zela pela futura jóia que tem na mão, sem querer correr o risco de queimá-la. Mas na minha opinião, o grande x desta delicada questão, é o pretensioso rótulo de “sucessor do Robinho”, ou “o raio que cairá pela terceira vez na Vila Belmiro”.
Me lembro que Robinho foi lançado ao profissional à sete chaves, e depois de ver aquele magrelo passando o pé sobre a bola, alguns torcedores na arquibancada deliravam: - P… q… p…! Mas quem é esse moleque? Nossa mãe, vamo sê campeão p…! - Radialistas e locutores disparavam: - Sensacional! Rooooooooooooooobinho!
Após o rei das pedaladas desviar a coluna o zagueiro Rogério em pleno Morumbi, comparações ao rei do futebol passaram a ser feitas, e a partir daí, a carreira da nova promessa da Vila Belmiro começou a ficar comprometida. Justamente por causa desse assédio da imprensa, e principalmente, da expectativa que criam sobre as revelações cada vez mais raras, na atual ausência de talento do futebol brasileiro.
É preciso sim, ter muito cuidado para que essa pressão, que infelizmente já existe, não afete o rendimento de Neymar dentro e fora de campo, em uma situação naturalmente incompatível com a juventude de garoto de apenas 16 anos.
Só para lembrar, na vida de um jogador de futebol, existem um diabinho e um anjinho. No caso de Neymar, Wagner Ribeiro, o mesmo empresário que Robinho dispensou após anos de parceria e milhões de dólares faturados apenas para fazer ligações telefônicas, fará um destes papéis mais uma vez.
E para todas as expectativas, Neymar não é filho de Pelé, muito menos de Robinho. Não tem sobrenome Piquet, nem se chama Nelsinho… Por favor, deixem o garoto jogar bola.
A idéia do técnico Márcio Fernandes em lançar o garoto aos poucos a partir de 2009, não é errada se considerarmos o fato que Neymar entrará em campo pelo Campeonato Paulista (tecnicamente mais fraco que o Brasileirão), e longe de enfrentar a maré turbulenta e sem peixe que foi a temporada 2008, assim espero… Além de estar com 16 anos (a mesma idade de Diego em 2002 quando estreou no profissional e sagrou-se campeão brasileiro naquele mesmo ano), diga-se de passagem.
Acredito que o comandante santista, além de querer dar uma oportunidade ao garoto, também pensa no clube em utilizá-lo o máximo possível em três anos que restam de seu contrato, mesmo sabendo da astronômica multa rescisória, caso algum clube da Europa queira levá-lo embora.
Por outro lado, o diretor de futebol do Santos tem sua parcela de razão, quando zela pela futura jóia que tem na mão, sem querer correr o risco de queimá-la. Mas na minha opinião, o grande x desta delicada questão, é o pretensioso rótulo de “sucessor do Robinho”, ou “o raio que cairá pela terceira vez na Vila Belmiro”.
Me lembro que Robinho foi lançado ao profissional à sete chaves, e depois de ver aquele magrelo passando o pé sobre a bola, alguns torcedores na arquibancada deliravam: - P… q… p…! Mas quem é esse moleque? Nossa mãe, vamo sê campeão p…! - Radialistas e locutores disparavam: - Sensacional! Rooooooooooooooobinho!
Após o rei das pedaladas desviar a coluna o zagueiro Rogério em pleno Morumbi, comparações ao rei do futebol passaram a ser feitas, e a partir daí, a carreira da nova promessa da Vila Belmiro começou a ficar comprometida. Justamente por causa desse assédio da imprensa, e principalmente, da expectativa que criam sobre as revelações cada vez mais raras, na atual ausência de talento do futebol brasileiro.
É preciso sim, ter muito cuidado para que essa pressão, que infelizmente já existe, não afete o rendimento de Neymar dentro e fora de campo, em uma situação naturalmente incompatível com a juventude de garoto de apenas 16 anos.
Só para lembrar, na vida de um jogador de futebol, existem um diabinho e um anjinho. No caso de Neymar, Wagner Ribeiro, o mesmo empresário que Robinho dispensou após anos de parceria e milhões de dólares faturados apenas para fazer ligações telefônicas, fará um destes papéis mais uma vez.
E para todas as expectativas, Neymar não é filho de Pelé, muito menos de Robinho. Não tem sobrenome Piquet, nem se chama Nelsinho… Por favor, deixem o garoto jogar bola.
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